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Assistir no YouTubeA startup BotBot, fundada em janeiro de 2025 em São Paulo, está revolucionando o uso de robôs ao desenvolver um dispositivo conhecido como BotBrain, que atua como um "cérebro" artificial. O objetivo é transformar máquinas que executam tarefas simples em robôs capazes de entender e interagir com o ambiente de forma autônoma.
Apresentado durante a São Paulo Innovation Week, o BotBrain permite que robôs realizem atividades complexas, como rondas de segurança, inspeções e monitoramento em áreas de risco. Danielle Santos, chefe de projetos da BotBot, explica que a tecnologia permite que os robôs identifiquem situações, como a presença de funcionários sem capacete ou até vazamentos de gás.
Atualmente, a tecnologia é voltada para empresas e seu aluguel custa US$ 1 mil por mês, sem incluir o robô, que deve ser adquirido separadamente. Embora o preço seja elevado, Santos afirma que os clientes recebem atualizações constantes do sistema, garantindo melhorias contínuas.
Embora a BotBot esteja na vanguarda dessa inovação, outras startups, como a Skild AI, também estão desenvolvendo robôs inteligentes. Além disso, a Boston Dynamics, em parceria com o Google DeepMind, busca integrar IA a robôs humanoides para realizar tarefas industriais complexas.
O BotBrain é um dispositivo acoplado ao robô que utiliza câmeras, sensores e alto-falantes, funcionando em conjunto com um software que permite a configuração e monitoramento das atividades do robô. Isso possibilita tomadas de decisão baseadas em regras definidas, como o monitoramento de portas em um ambiente.
A startup, que atualmente conta com nove funcionários e escritórios em São Paulo e Portugal, está em busca de novos investimentos para expandir suas operações e já despertou a atenção de empresas internacionais.
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