Durante uma sabatina promovida pelo g1 e GloboNews, o candidato à presidência da República, Romeu Zema (Novo), apresentou suas intenções de provocar um 'choque' na área fiscal. Uma de suas principais propostas é a privatização da Petrobras.
Zema baseou suas ideias nas ações que implementou durante sua gestão em Minas Gerais, onde conseguiu privatizar 118 empresas. Ele afirmou: 'Primeiro, eu quero privatizar tudo, a começar pela Petrobras.' Além disso, o candidato mencionou planos para uma reforma administrativa e previdenciária, visando aprimorar os programas sociais.
Entretanto, Zema enfrentou questionamentos sobre o não cumprimento de sua promessa de campanha anterior, que era a privatização da Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG). Ele respondeu que o processo está em andamento e que não foi concluído devido à falta de alianças políticas durante seu primeiro mandato. 'Agora, sendo eleito presidente do Brasil, eu vou assumir com capital político,' afirmou.
Como parte de sua proposta para o governo federal, Zema defende uma redução na estrutura da administração pública, iniciando pela diminuição do número de ministérios. Ele também destacou que planeja implementar quatro medidas fiscais que poderiam resultar em uma economia de cerca de R$ 1 trilhão ao longo dos próximos 20 anos. Zema acredita que essas ações seriam bem recebidas pelo mercado e poderiam levar a uma redução significativa na taxa de juros, potencialmente abaixo da metade do nível atual.
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