No dia 15 de julho de 2026, durante a Cúpula de Defesa e Inovação em Carlisle, Pensilvânia, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a implementação de novas tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. Esta decisão foi comunicada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) e entrará em vigor em 22 de julho.
O USTR apresentou diversos argumentos para justificar essa medida, abrangendo questões econômicas, jurídicas e ambientais. Entre os fatores citados estão:
A investigação conduzida pelo USTR concluiu que diversas práticas brasileiras são consideradas injustificáveis e discriminatórias, prejudicando a competitividade de agricultores e exportadores americanos. O presidente Lula, em resposta, repudiou a nova tarifa e anunciou a aplicação da Lei de Reciprocidade.
O USTR criticou a forma como o sistema de pagamentos PIX foi implementado, alegando que favorece provedores nacionais em detrimento de empresas americanas. Além disso, mencionou o desmatamento ilegal na Amazônia, que afeta negativamente a indústria madeireira dos EUA, e as decisões judiciais brasileiras que impactam plataformas digitais.
O órgão americano também destacou que o Brasil oferece tarifas preferenciais a países como México e Índia, além de estar na "Watch List" desde 2007, em relação à proteção de patentes e direitos autorais. Essa situação levanta preocupações sobre a competitividade e a justiça no comércio internacional.
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