Assista tambem nas redes
Assistir no YouTubeNo dia 25 de maio de 2026, durante a apresentação da encíclica "Magnifica humanitas" do Papa Leão XIV, Chris Olah, cofundador da Anthropic, expressou preocupações sobre o desenvolvimento da inteligência artificial (IA) e a necessidade de supervisão externa. Ele enfatizou que a responsabilidade não deve ser apenas das empresas de tecnologia.
Olah destacou que há "uma possibilidade real" de a IA substituir o trabalho humano em larga escala, ressaltando a urgência de apoiar os trabalhadores afetados como um imperativo moral. Ele observou que empresas, como a Anthropic, enfrentam pressões comerciais e geopolíticas que podem conflitar com os interesses da sociedade.
“Todo laboratório de IA de fronteira opera dentro de um conjunto de incentivos e restrições que às vezes podem conflitar com fazer a coisa certa”, disse Olah, que também elogiou o envolvimento da Igreja nas discussões sobre tecnologia. Para ele, as questões éticas relacionadas à IA ultrapassam a comunidade de pesquisa, necessitando de críticos sérios que possam desafiar as práticas atuais.
Olah apontou três áreas que requerem atenção imediata: a ameaça de perda de empregos, a necessidade de garantir que os benefícios da IA sejam distribuídos globalmente e a complexidade dos sistemas de IA, que dificultam a interpretação de seu comportamento. Ele questionou abertamente: "Como podemos garantir que os ganhos da IA sejam compartilhados globalmente?" O evento simbolizou uma conexão única entre o setor tecnológico e a Igreja Católica, que busca ser uma voz moral em tempos de rápidas mudanças na tecnologia.
Deixe seu e-mail abaixo para garantir acesso a tutoriais exclusivos, novos conteúdos do projeto e nossos lançamentos em primeira mão.